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Projetos

Mais de 600 estudantes portugueses e espanhóis participam no projeto “Escolas bilingues e interculturais de fronteira

Mais de 600 estudantes portugueses e espanhóis participam no projeto “Escolas bilingues e interculturais de fronteira

20 de maio de 2022

Secretaria-Geral | Portugal

Línguas

O projeto consiste na criação de uma rede de escolas que promovem o bilinguismo e a interculturalidade nas salas de aula de ambos os lados da Raia.

Seiscentos e treze alunos do 1º ao 6º ano de 16 escolas portuguesas e espanholas participaram no presente ano letivo no projeto Escolas Bilingues e Interculturais de Fronteira

O objetivo das Escolas de Fronteira consiste em promover a cooperação entre Espanha e Portugal no desenvolvimento educativo, social e económico dos territórios de fronteira através da criação de uma rede de escolas que proporcionem às populações que vivem nestas regiões uma educação de qualidade, orientada pelo bilinguismo e pela interculturalidade para uma cidadania global.

A cidade de Ciudad Rodrigo em Salamanca acolheu esta quinta-feira, 19 de maio, e sexta-feira, 20 de maio, a apresentação de projetos desta experiência piloto e os resultados alcançados.  Através de uma metodologia de aprendizagem baseada em desafios ou missões que transformaram os alunos em "guardiões da Raia", jogos, canções, artesanato ou excursões entre as escolas irmãs, os alunos puderam conhecer melhor a geografia ou costumes do país vizinho, trabalhar na compreensão e respeito pelo outro ou aprender a linguagem. Os professores sublinharam ainda que a Escolas de Fronteira permitiram promover o plurilinguismo através da troca de auxiliares nativos de conversação entre centros, envolvendo toda a comunidade educativa (pais, diretores escolares, professores, formadores de professores...)  ou fortalecer os laços entre as escolas e as comunidades a que pertencem.

A cidade de Ciudad Rodrigo em Salamanca acolheu esta quinta-feira, 19 de maio, e sexta-feira, 20 de maio, a apresentação de projetos desta experiência piloto e os resultados alcançados.  Através de uma metodologia de aprendizagem baseada em desafios ou missões que transformaram os alunos em "guardiões da Raia", jogos, canções, artesanato ou excursões entre as escolas irmãs, os alunos puderam conhecer melhor a geografia ou costumes do país vizinho, trabalhar na compreensão e respeito pelo outro ou aprender a linguagem. Os professores sublinharam ainda que a Escolas de Fronteira permitiram promover o plurilinguismo através da troca de auxiliares nativos de conversação entre centros, envolvendo toda a comunidade educativa (pais, diretores escolares, professores, formadores de professores...)  ou fortalecer os laços entre as escolas e as comunidades a que pertencem.

Nas palavras de Ana Paula Laborinho, directora general do Bilinguismo e Difusão da Língua Portuguesa da OEI, "não poderia haver um projeto mais bonito do que o das Escolas de Fronteira, nem mais desafiante a nível político, técnico, pedagógico ou cultural; nenhum mais satisfatório nos seus resultados também. Temos duas línguas de fronteira num mundo onde 800 milhões de pessoas falam espanhol ou português."

A inauguração e o encerramento institucional destes dias contaram com a presença de Beatriz Jorge Carpio, vice-presidente da Câmara Municipal de Ciudad Rodrigo;  Eulália Alexandre, Diretora-Geral Adjunta da Educação de Portugal; Florbela Valente, subdiretora-geral da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares, Carmen Mellado Álvarez, Chefe de Serviço dos Programas Educativos Internacionais do Ministério da Educação e Desporto da Junta de Andaluzia;  Francisco Javier Bautista, delegado provincial de Educação de Cácere;  Luis Domingo González Núñez, Diretor Geral de Inovação e Formação de Professores da Junta de Castela e Leão.  

Escolas de fronteira em números

Nesta primeira fase do projeto participaram 10 escolas portuguesas e 6 espanholas.  A rede de escolas de fronteira situa-se nestes locais:

  • Do lado português: Bragança, Guarda, Elvas e Vila Real de Santo António.
  • Do lado espanhol: Ciudad Rodrigo (Salamanca), El Puente (Zamora), Ayamonte e Isla del Moral (Huelva), Valverde del Fresno (Cáceres), Badajoz (Badajoz).

Os pares de escolas de ambos os lados da Raia que participaram nestas jornadas e apresentaram alguns dos trabalhos dos seus alunos são:

  • Agrupamento de escolas Miguel Torga (Bragança, Portugal) e CEIP Monte Gándara (El Puente, Zamora, Espanha).
  • Agrupamento de escolas Afonso de Albuquerque (Guarda, Portugal) e CEIP Miróbriga (Ciudad Rodrigo, Salamanca, Espanha).
  • Agrupamento de escolas nº 3 de Elvas (Portugal), CEIP Nuestra Señora de la Asunción (Valverde del Fresno, Cáceres, Espanha) e CEIP Ciudad de Badajoz (Espanha).
  • Agrupamento de escolas de Vila Real de Santo António (VRSA, Algarve, Portugal) e CEIP Galdames (Ayamonte, Huelva, Espanha) e CEIP Virgen del Carmen (Isla Del Moral, Huelva, Espanha).

Neste projeto trabalharam 14 formadores de professores do Instituto Politécnico de Bragança, CFIE de Benavente, CFIE de Ciudad Rodrigo, Universidade da Beira Interior, Universidade de Évora, CPR de Almendralejo, CPR de Badajoz, CFIE de Benavente, Delegação de Educação e Desporto de Huelva e Universidade do Algarve.

As coordenadoras científicas do projeto são Helena Araújo e Sá (Universidade de Aveiro), María Matesanz del Barrio (Universidade Complutense de Madrid) e Viviane Ferreira Martins (Universidade Complutense de Madrid).

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